segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Sobre a crise da Venezuela

Há pouco mais de um ano sou moderador de um grupo de Professores de Geografia no Facebook. Normalmente, minha função é manter a comunidade limpa, excluindo autores de agressões ou daquilo que vá contra os direitos humanos. Faz parte das regras da comunidade, inclusive, a compreensão de que lá deve haver um ambiente de diálogo.
Alguns assuntos, entretanto, são acionadores de um comportamento bastante infantil no modo com que fazem suas próprias análises: veganismo, socialismo, Bolsonaro e Venezuela. Uma determinada postagem chamou a atenção.

Após aguentar todo tipo de postagem, que envolviam coisas tão complexas quanto emojis e respostas do tipo "vá pra Venezuela, resolvi comentar o texto abaixo.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Meu comentário numa reportagem da BBC Brasil

A excelente página da BBC Brasil lançou uma reportagem apontando a evasão escolar como raiz dos problemas de violência. Artigo muito bom, cuja leitura é bastante interessante.

Senti-me provocado a escrever alguma coisa e, na página da BBC no Facebook, escrevi o seguinte.

Sou professor desde 2004 e lecionei em quase todos os níveis possíveis, tendo passado por cursinhos pré-vestibulares (alguns voluntariamente), colégio religioso e colégios particulares, sendo que atualmente leciono somente nesse tipo de instituição. Acredito que minha experiência mais marcante foi, justamente, ao lecionar Geografia na Fundação Casa de Sorocaba, onde fiquei anos suficientes para ver alunos entrarem, saírem e retornarem.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Precisamos falar sobre a política nacional

Vivemos no sistema capitalista, embora algumas pessoas finjam que isso não existe ou não deveria ser interpretado como algo que não é natural per si.
Dentro desse modelo, muitos entendem que a democracia é o modelo mais adequado, embora talvez seja necessário resgatar o debate de qual tipo de democracia deveríamos ter no Brasil. Afinal de contas, será que nossa democracia representativa não tem algo para melhorar? Um dos sérios problemas que possuímos é a relação entre candidatos e empresas financiadoras. Há solução para isso?

quarta-feira, 1 de março de 2017

Sobre os oito bilionários e o capitalismo

A notícia é velha, mas vale a pena conferir clicando no link. Veio à tona em discussão num grupo do Facebook que faço parte, pois iniciou-se mais um debate sobre capitalismo e comunismo (para algumas pessoas, ainda estamos na Guerra Fria). Enfim, dessa reportagem eu peguei a imagem abaixo, que identifica quem são os oito bilionários.
Bilionários

1. Bill Gates (EUA): cofundador da Microsoft - US$ 75 bilhões
2. Amancio Ortega (Espanha): fundador da Inditex, da Zara - US$ 67 bilhões
3. Warren Buffett (EIA): maior acionista da Berkshire Hathaway - US$ 60,8 bilhões
4. Carlos Slim Helu (México): dono do Grupo Carso - US$ 50 bilhões
5. Jeff Bezos (EUA): fundador e principal executivo da Amazon - US$ 45,2 bilhões
6. Mark Zuckerberg (EUA): cofundador e principal executivo do Facebook - US$ 44,6 bilhões
7. Larry Ellison (EUA): cofundador e principal executivo da Oracle - US$ 43,6 bilhões
8. Michael Bloomberg (EUA): cofundador da Bloomberg LP - US$ 40 bilhões
(Fonte: BBC)
Vem a pergunta provocativa: a acumulação de capitais destes oito senhores evidencia o sucesso em oferecer uma mercadoria socialmente aceita? Ilustra o sucesso do capitalismo? Sobre isso, elenquei os seguintes pensamentos:


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sobre Dória, duas ideias

Duas postagens minhas no Facebook sobre as ações do Dória:

João Dória esteve em cadeiras de rodas para saber se as calçadas eram acessíveis (seu assessor esteve por trás o tempo todo, para garantir a segurança do chefinho).
João Dória apaga grafittis como se fossem pichações, deixando a cidade sem cor, sem vida. Até as salas de aula da Fundação Casa tinham duas cores, mas SP só tem uma, a cinza.
João Dória se veste de gari no primeiro dia de trabalho, o que não garante que irá melhorar as condições de trabalho de tais profissionais.
João Dória, mais que isso, se veste como a triste caricatura que a elite e a direita paulistana viam no Haddad, pois acha que está fazendo igual ou melhor que o antecessor.
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Ainda sobre o debate em relação ao Dória e seus 50 tons de cinza:
- ainda não consegui confirmar, mas parece que o Dória apagou o maior painel de arte urbana do mundo, feito com artistas de vários países e que não foi feito de graça;